terça-feira, 29 de setembro de 2009

Fwd: A indicação de José Antônio Dias Toffoli para ministro do STF

A indicação de José Antônio Dias Toffoli para ministro do STF

Na próxima quarta-feira 30/09/09 às 10 h acontecerá no Senado Federal a sabatina de José Antônio Dias Toffoli, atual advogado-geral da União.

Toffoli é o indicado pelo governo Lula para ocupar uma vaga como ministro do Supremo Tribunal Federal.

Se aprovado na comissão a votação seguirá para votação secreta no plenário do Senado.
Toffoli, de 41 anos, se conduzido ao cargo será o oitavo indicado de Lula para o STF e poderá ocupá-lo pelos próximos 29 anos (até completar a idade de 70 anos).

Em que pese o cargo ser uma indicação evidentemente política, outros requisitos para o cargo são o notório saber jurídico e a reputação ilibada. Toffoli tem apenas a graduação em direito.
Notícia veiculada pela Folha de São Paulo indica que "Sete dos dez ministros do Supremo têm doutorado".

Mais especificamente, os atuais ministros chegaram à Corte do STF já com o doutorado concluído.
http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2009/9/24/sete-dos-dez-ministros-do-supremo-tem-doutorado/

Constam como pontos principais da atuação profissional de Toffoli o fato de ter sido advogado eleitoral nas campanhas do Partido dos Trabalhadores, posteriormente indicado como sub-chefe de assuntos jurídicos da Casa Civil na gestão de José Dirceu (2003-2005), e na sequência indicado comoadvogado-geral da União. Todos cargos por indicação.
Toffoli tentou por duas vezes concurso para magistratura. Consta que em nenhuma das oportunidades foi aprovado.

Segue link para o abaixo-assinado online contrário a admissão de Toffoli como ministro do STF, e que possui informações mais detalhadas:
"SUPREMO ERRO - JUSTIÇA BRASILEIRA EM RISCO"
http://www.petitiononline.com/br092009/petition.html
No momento em que lhes envio este email ( 27/09/09 - 21 h ) o abaixo-assinado conta com quase 4000 assinaturas.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Só para avisar que:

"1. A vida não é justa, mas ainda é boa.

2. Quando estiver em dúvida, apenas dê o próximo pequeno passo.

3. A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém.

4. Seu trabalho não vai cuidar de você quando você adoecer. Seus amigos e seus pais vão. Mantenha contato.

5. Pague suas faturas de cartão de crédito todo mês.

6. Você não tem que vencer todo argumento. Concorde para discordar.

7. Chore com alguém. É mais curador do que chorar sozinho.

8. Está tudo bem em ficar bravo com Deus. Ele agüenta.

9. Poupe para a aposentadoria, começando com seu primeiro salário.

10. Quando se trata de chocolate, resistência é em vão.

11. Sele a paz com seu passado, para que ele não estrague seu presente.

12. Está tudo bem em seus filhos te verem chorar.

13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que se trata a jornada deles.

14. Se um relacionamento tem que ser um segredo, você não deveria estar nele.

15 Tudo pode mudar num piscar de olhos; mas não se preocupe, Deus nunca pisca.

16. Respire bem fundo. Isso acalma a mente.

17. Se desfaça de tudo que não é útil, bonito e prazeroso.

18. O que não te mata, realmente te torna mais forte.

19. Nunca é tarde demais para se ter uma infância feliz. Mas a segunda só depende de você e mais ninguém.

20. Quando se trata de ir atrás do que você ama na vida, não aceite "não" como resposta.

21. Acenda velas, coloque os lençóis bonitos, use a lingerie elegante. Não guarde para uma ocasião especial. Hoje é especial.

22. Se prepare bastante; depois, se deixe levar pela maré...

23. Seja excêntrico agora, não espere ficar velho para usar roxo.

24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.

25. Ninguém é responsável pela sua felicidade, além de você.

26. Encare cada "chamado" desastre com essas palavras: Em cinco anos, vai importar?

27. Sempre escolha a vida.

28. Perdoe tudo de todos.

29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.

30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo.

31. Indepedentemente de a situação ser boa ou ruim, irá mudar.

32. Não se leve tão a sério. Ninguém mais leva...

33. Acredite em milagres.

34. Deus te ama por causa de quem Ele é, não pelo que vc fez ou deixou de fazer.

35. Não faça auditoria de sua vida. Apareça e faça o melhor dela agora.

36. Envelhecer é melhor do que morrer jovem.

37. Seus filhos só têm uma infância.

38. Tudo o que realmente importa, no final, é que você amou.

39. Vá para a rua todo dia. Milagres estão esperando em todos os lugares.


40. Se todos jogássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos os de todo mundo, pegaríamos os nossos de volta.

41. Inveja é perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.

42. O melhor está por vir.

43. Não importa como vc se sinta, levante, se vista e apareça

.44. Produza.

45. A vida não vem embrulhada em um laço, mas ainda é um
presente "


ESCRITO POR REGINA BRETT, 90 ANOS, CLEVELAND, OHIO. "Para celebrar o envelhecer, uma vez eu escrevi 45 lições que a vida me ensinou. É a coluna mais requisitada que eu já escrevi. Meu taxímetro chegou aos 90 em agosto, então, aqui está a coluna, mais uma vez

domingo, 20 de setembro de 2009

Rebelar-se, mudar ou simplesmente aceitar?

Rebelar-se, mudar ou simplesmente aceitar?
Rosana Braga

Você já deve ter ouvido a Oração que diz: "Senhor, dai-me força para mudar aquilo que posso; serenidade para aceitar o que não posso; e sabedoria para perceber a diferença entre uma situação e outra".

Quando se trata de uma situação com a qual você não está satisfeito, mudar ou se rebelar parece sempre bem mais razoável do que simplesmente aceitar.

Entretanto, muitas vezes, aceitar é a atitude mais sábia que você pode ter. É a que mais lhe garantiria a paz e a felicidade que tanto procura, especialmente, quando está certo de que fez a sua parte e deu o seu melhor. Não concorda? Então lhe proponho uma reflexão!

Vamos imaginar, apenas imaginar, que você passou os dois últimos anos de sua vida investindo em seu desenvolvimento profissional e se dedicando ao máximo à empresa onde trabalha. Tem sido um excelente colaborador, correspondido às expectativas de seus gestores e feito uma significativa diferença nos resultados de sua equipe. Espera realmente ser reconhecido e conquistar uma posição melhor e um salário mais satisfatório. Pois bem! Uma vaga é aberta para o cargo que você tanto almeja e imediatamente você pensa: "essa é minha grande chance e sei que estou pronto para ocupar esse novo lugar. Afinal, tenho feito muito por merecê-lo"! E você está certo, mas esse é apenas o seu ponto de vista.

E o inesperado acontece: outra pessoa é escolhida! Num primeiro momento, você se sente sem chão... não consegue acreditar e nem entender. Isso parece absolutamente injusto. Você se considerava a pessoa certa, na hora certa e no lugar certo e, mesmo assim, tudo deu errado! E agora? O que fazer? A sua vontade, muito provavelmente, é de botar pra fora toda a sua raiva e indignação! O que você mais gostaria de fazer é se rebelar! Entretanto, será mesmo que gritar, esbravejar e reivindicar reconhecimento neste estado em que se encontra, seriam atitudes positivas, construtivas e que o ajudariam de alguma forma? Pode apostar que não!!!

E quanto a mudar? Considerando que você criaria uma situação constrangedora e até desfavorável se colocasse em dúvida a competência da outra pessoa, bem como a capacidade de escolha de seu chefe; e considerando também que ele já sabia de suas pretensões e, ainda assim, elegeu outro nome para o cargo, podemos concluir que essa situação em si não pode ser mudada!

Você poderia mudar para outra empresa, onde talvez pudesse ocupar o cargo que tanto almeja? Se sim, ótimo. Vá em frente, aposte no novo! Se não, nada pode ser feito... pelo menos não neste momento.
Mas como aceitar?

Simples assim?

Não fazer nada?

Sim, isso mesmo. Confiar no fluxo da vida.
Admitir que você não sabe tudo e nem pode controlar tudo.
Acreditar que nada é por acaso e que nem sempre conseguimos entender por que determinadas coisas acontecem, principalmente, quando elas nos parecem tão injustas.
Seus sentimentos são absolutamente compreensíveis e você deve mesmo acolhê-los. Mas não agir enquanto estiver submetido a eles.

Pode, claro, ir para casa e esmurrar o travesseiro, ou chorar, ou conversar com alguém em quem você confie e desabafar. Enfim, pode e deve colocar pra fora essa angústia que está sentindo.

Mas não pode sair por aí descontando sua raiva em quem se atrever a cruzar o seu caminho. E sabe o que é pior? Infelizmente, na maioria das vezes, é exatamente isso que a maioria das pessoas faz: desconta sua frustração naqueles que mais ama, como filhos, esposa, mãe, pai e irmãos.

E, acima de tudo, não pode transformar os seus próximos dias em verdadeiros martírios, consumindo-se com pensamentos autodestrutivos, culpando-se pelo que acha que deveria ter feito ou ainda se sentindo incompetente. Esta seria a mais nefasta das opções: rebelar-se contra si mesmo!

Definitivamente, não ajudaria em nada! Muito pelo contrário...

Por fim, permita-se um banho demorado, talvez um chá quentinho e respire profundamente, sentindo seu corpo inteiro relaxar. Entregue-se ao dia seguinte e à vida com a certeza de que o que for para ser seu, será! E continue fazendo o seu melhor! Tente.
Apenas tente e descubra que viver não precisa ser tão complicado e dolorido...


Rosana Braga é Escritora, Jornalista e Consultora em Relacionamentos Palestrante e Autora dos livros "Alma Gêmea - Segredos de um Encontro" e "Amor - sem regras para viver", entre outros.www.rosanabraga.com.br e Comunidade no OrkutEmail: rosanabraga@rosanabraga.com.br

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Politicamente correto e chato!

(Revista Veja - edição 2124)

Um mundo correto
J.B. Guzzo

"Trata-se de um mundo cada vez mais correto, no papel – e cada vez mais chato, na vida real."
O cidadão que trabalha, paga impostos e trata, basicamente, da sua vida não faz ideia da quantidade de leis e regulamentos a que tem de obedecer hoje em dia para viver bem.
Também não sabe a quantidade de coisas que está proibido de ler, ver e ouvir – mais uma vez, para o seu próprio bem. Ele mesmo, naturalmente, não sabe como cuidar de si, nem definir a sua qualidade de vida; é preciso, assim, que o poder público pense e decida em seu lugar, escolhendo o que é melhor para todos e para cada um, e isso desde a primeiríssima infância.
A maior parte dos brasileiros não sabe, mas é proibido por lei, por exemplo, fazer publicidade de mamadeiras, chupetas e bicos para mamar, "em qualquer meio de comunicação" – e, para não ficar nenhuma dúvida, também são vetados "promoções, cupons de desconto, sorteios e brindes" envolvendo esses produtos. A ideia superior das autoridades, no caso, é promover a amamentação no seio materno. Para sorte dos bebês que não gostam de se alimentar assim (e das mães que não têm a quantidade de leite desejada pelo governo), continua permitida a fabricação, venda e uso de mamadeiras – mas é ilegal falar que elas existem. Não está claro qual o problema que foi resolvido com essa lei, mas se alguém perguntar a respeito aos peritos em saúde pública infantil provavelmente ouvirá que o Brasil tem uma das políticas de aleitamento "mais avançadas" do mundo.

A situação até que seria razoável se esse tipo de coisa ficasse mais ou menos por aí. Mas não fica. Rolam no Congresso Nacional, no momento, mais de 200 diferentes projetos de lei destinados, na visão de seus autores, a fazer o bem; todos eles estabelecem algum tipo de proibição ou de limitação à publicidade de produtos ou serviços. Fora do Congresso, a única instância autorizada pela Constituição a legislar sobre o tema, autoridades estaduais têm as mesmas ambições de criar regras sobre o que pode e o que não pode ser dito.
O estado do Paraná, por exemplo, acaba de proibir que seja exposta em seu território qualquer peça de propaganda com palavras em idioma estrangeiro, a menos que esteja acompanhada de tradução. A decisão, desde logo, causa algumas sérias dificuldades de ordem prática. Como faz, por exemplo, um comerciante de computadores que precisa utilizar a palavra software num cartaz a ser colocado em sua vitrine? O texto da lei não apresenta nenhuma sugestão a respeito do procedimento a seguir.

O bonito, no caso, é que a própria lei que cria a proibição utiliza, logo no seu artigo 1º, uma palavra em idioma estrangeiro, caput, e não faz tradução nenhuma, o que, tecnicamente, deveria sujeitar o governo estadual a uma multa de 5 000 reais – ou até 10 000, talvez, se for considerado que o caso é de reincidência. É para lá de esquisita, também, a sintaxe utilizada na redação da lei. "A tradução", escreve-se ali, "deve ser do mesmo tamanho que as palavras em outro idioma expostas na propaganda" – ou seja, o governo do Paraná, tão preocupado com as línguas estrangeiras, não notou que seu principal problema, por enquanto, é mesmo com a língua portuguesa.

Tudo isso fica menos cômico quando se considera que a cada medida desse tipo a autoridade pública não apenas vem encher a paciência do brasileiro com mais uma interferência inútil em seu cotidiano; comete, igualmente, uma agressão contra a liberdade de expressão. É inevitável. Todas as vezes que se escreve alguma lei sobre questões nas quais a liberdade de expressão está envolvida, o cidadão fica menos livre para se exprimir; não se conhece, na experiência humana, nenhum episódio em que tenha acontecido o contrário.
Outra consequência dessas tentativas de regular cada vez mais coisas é a criação de uma teia de obrigações na qual já não basta que o indivíduo obedeça à lei comum e respeite os direitos dos outros – ele precisa, também, levar uma vida considerada virtuosa e ser protegido de si próprio. Deve consumir alimentos com a quantidade correta de nutrientes e, de preferência, orgânicos. Não deve andar de automóvel.
Deve considerar que vegetais como uma árvore, por exemplo, são titulares de direitos. Não deve tomar banhos com duração superior a três minutos, para não esgotar as reservas de água doce do planeta.
Deve beber com moderação.
Não deve assistir a programas de televisão (ou ler livros, ver filmes, ouvir músicas) que visem à obtenção de lucros comerciais.
Deve, ao fim da linha, morrer no peso ideal.

Trata-se de um mundo cada vez mais correto, no papel – e cada vez mais chato, na vida real.

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